| O
motor Diesel é uma Máquina que transforma energia térmica em energia
mecânica. A energia térmica é conseguida pela queima do óleo diesel,
o que se da dentro de cada cilindro deste motor. |
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| E
Como Isso Acontece?
No
motor diesel uma mistura de combustível - ar é inflamada e ao se
expandir movimenta o pistão. Isso acontece em 4 tempos (ou fases)
ocupando 2 rotações do girabrequim para cada tempo - motor. |
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Rudolf
Diesel (1858-1913)
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Robert Bosch (1861-1942) |
| Rudolf
Diesel é o nome do inventor do motor ciclo diesel. A partir de 1895,
este motor mais econômico encontrou grande aceitação em matéria de
motores marítimos e estacionários. Mas Rodolf Diesel não conseguia
resolver um inconveniente: o motor não atingia rotações elevadas.
Sua
câmara de combustão exigia que o combustível fosse injetado, na
quantidade e momentos certos, através de ar comprimido; um processo
complicado, lento e viável apenas para motores grandes e de baixa rotação. |
É
neste ponto que Robert Bosch dá a sua contribuição decisiva,
viabilizando de uma vez por todas a limitação de combustível dos
motores diesel de alta rotação. Em meados de 1923, após os primeiros
testes, surgia um sistema de injeção pulverizado a pressão. Era mais
compacto, mais leve e capaz de desenvolver maior potência.
Em
1927, a primeira bomba injetora deixa a fábrica, fruto da experiência
industrial que Robert Bosch acumulou no desenvolvimento do sistema de
ignição do motor ciclo Otto. |
| O
que um inventou o outro Viabilizou
A
mesma racionalização operacional e cuidados técnicos viabilizam a
produção da bomba injetora diesel, em série e a custos econômicos.
Esta conquista foi uma injeção de ânimo para que os fabricantes
continuassem a desenvolver este tipo de motor.
Hoje a Bosch é líder mundial na fabricação do sistema de injeção
diesel. Isto é resultado de uma cooperação integrada com seus
clientes ao longo de 60 anos, produzindo idéias avançadas para
posterior desenvolvimento de modernos sistemas.
Está aí a razão da alta confiança que o Sistema de Injeção Diesel
Bosch desfruta em todo o mercado internacional. |
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O
equipamento de injeção Bosch consta de: bomba injetora PE, regulador
de rotação, bomba alimentadora, avanço de injeção, filtro de
combustível e porta injetores e bicos injetores. |
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1 - Porta-válvula
2 - Chapa de Pressão
3 - Chapa de Vedação
4 - Válvula de pressão |
5 - Bucha flange
6 - Elemento bomba
7 - Haste de regulagem
8 - Esfera
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- Manga de Regulagem
10- Tucho de roletes
11- Eixo de comando
12- Ressalto |
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| Bomba
Injetora
E a
unidade responsável em dosar o óleo diesel na quantidade exata e enviá-o
ao correspondente cilindro do motor no momento exato para seu bom
funcionamento e desempenho.
Peças
essenciais da bomba injetora:
·
Eixo de comando - acionado pelo próprio motor.
·
Tucho de roletes - acionado pelo ressalto do eixo de comando.
·
Elemento bomba - Pistão e cilindro - dosifica e bombeia o
combustível para o motor.
Válvula
de pressão - Permite a passagem do combustível para o motor mas impede
seu retorno, mantendo os tubos de pressão sempre cheios. |
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| Débito
na Bomba A - O eixo de comando com seus ressaltos da um movimento de
vai-e-vem ao elemento da bomba. |
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| Ao
descer, o pistão aspira combustível para dentro do cilindro do
elemento. Enquanto o pistão vai subindo, o combustível vai sendo
debitado aos porta-injetores através da válvula de pressão até o
momento em que a hélice do pistão descobre o orifício de comando. |
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Alteração
do Débito - Devido ao traçado especial da hélice e ao movimento de
giro do pistão que lhe é dado pela haste de regulagem, altera-se o
curso útil do pistão e, com isso, a quantidade de combustível
debitada do motor.
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| Movimento
de giro do pistão dado pela haste de regulagem depende principalmente
do funcionamento do regulador de rotação. |
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Válvula
de Pressão - Fecha o tubo evitando que ele se esvazie. |
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Com
a Haste de regulagem atuada pelo regulador, o pistão da bomba é girado
via a manga de regulagem. Altera-se assim a posição da hélice do pistão.
Dependendo
do tamanho e do tipo da bomba injetora, a regulagem do débito será
feita através de um destes dois princípios diferentes:
- Coroa
e cremalheira ( como acima )
Alavanca
na manga de regulagem.
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| Na
execução com alavanca, a haste de regulagem tem uma fenda de guia para
cada elemento da bomba, na qual se encaixa uma cabeça esférica ou um
pino de alavanca da manga de regulagem. |
O
regulador centrífugo de rotações utiliza a força centrífuga
desenvolvida em conjuntos de massas rotativas que se opõe à força de
mola ou de molas pré-calibradas.
A
busca do equilíbrio entre duas forças se constitui na regulagem
propriamente dita. |
| Com
a força centrífuga - conseguida através da rotação do eixo de
comando (acionamento da bomba) - que age sobre um conjunto de pesos
centrífugos e alavancas, se consegue o movimento necessário de uma
haste de regulagem. Esta haste atua sobre os elementos da bomba, os
quais determinam maior ou menor quantidade combustível para o motor.
O
regulador atua também de acordo com o posicionamento do pedal
acelerador. |
| Como
vimos, neste regulador, as molas de regulagem acham-se no interior dos
contrapesos e atuam diretamente sobre elas. O regulador RQ regula a rotação
de marcha lenta e a rotação máxima. No âmbito intermediário de rotação
não há regulagem automática; a rotação do motor será, então
definida pela posição do pedal do acelerador. Pode-se encontrar o
regulador RQ também para a regulagem apenas da rotação máxima.
Os
reguladores RQ são aplicados em veículos locomotivas e motores
estacionários. |
| Como
no regulador RQ também neste regulador as molas de regulagem acham-se
no interior dos contrapesos e atuam diretamente sobre eles. O regulador
RQV regula todas as rotações desde a de marcha lenta até a máxima.
São
aplicados em veículos e motores estacionários
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Neste
tipo de regulador, a mola de regulagem se acha instalada fora dos
contrapesos. A força centrífuga atua primeiro sobre um sistema de
alavancas para depois atuar sobre a mola de regulagem. O regulador RSV
regula todas as rotações desde a de marcha lenta até a máxima.
São
aplicados em tratores, motores estacionários (grupo geradores) e em veículos. |
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Para
a lubrificação das peças móveis da bomba tais como eixo, de comando,
tucho de roletes etc, e também do regulador de rotações é colocada
uma certa quantidade de óleo lubrificante no carter da bomba injetora.
Durante o funcionamento, ocorre uma circulação do óleo pois que a
bomba injetora, esta ligada ao sistema de óleo lubrificante do motor. |
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| A bomba alimentadora é
um bomba que aspira o combustível do tanque e o envia sob pressão
através do filtro de combustível para dentro da câmara de aspiração
de bomba injetora. A bomba alimentadora é acionada pelo eixo da bomba
injetora. Como parte da bomba alimentadora, temos a bomba manual que
servirá para bombear o óleo para o sistema sempre que após
desmontagem da bomba injetora houver necessidade de preencher o sistema
com óleo diesel e proceder sangria do mesmo. (Acima) |
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O
óleo diesel enviado pela bomba vai ter ao porta-injetor via tubo de
pressão. O conjunto porta-injetor fixa o bico injetor no cabeçote do
motor. |
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1
- Alimentação
2 - Corpo do Porta-injetor
3 - Porca e fixação do bico
4 - Disco Intermediário
5 - Bico injetor
6 - Porca de conexão
7 - Filtro tipo bastão
8 - Conexão de retorno
9 - Arruelas (discos) de ajuste da pressão
10 - Alimentação
11 - Mola de pressão
12 - Pino de pressão
13 - Pinos de Alimentação do bico injetor |
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| Basicamente
o porta-injetor é constituído do corpo do porta-injetor, anel
intermediário e porca de fixação do bico além do pino de pressão,
mola de pressão, arruelas de ajuste de pressão e do próprio bico
injetor.
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| Bico de pino - Para Motores de Injeção Indireta (DN) e Bicos de Furos I
- Para Motores de Injeção Direta (DL) |
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1
- Corpo do bico
2 - Agulha do bico
3 - Cone de pressão
4 - Câmara de pressão
5 - Pino de estrangulamento |
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1
- Corpo do bico
2 - Cone de pressão
3 - Câmara de pressão
4 - Agulha do bico
5 - Furo cego
6 - Furos de injeção |
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Neste
tipo de motor o combustível é injetado diretamente na câmara
de combustão. A pulverização perfeita necessária à ignição
do combustível é conseguida, neste caso, com o uso de bicos
injetores de furos. |
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Se
por motivos de construção, faltar espaço para a montagem do
injetor normal (por exemplo, entre as válvulas) ou se for
necessário diminuir o aquecimentos mediante redução da superfície
do injetor exposta ao calor, convém utilizar bicos compridos ou
DLL. |
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| Tubos de
Pressão |
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Os
tubos de pressão devem ser de boa procedência. Sem costura,
isentos de farpas, lisos, perfeitamente limpos e, de acordo com
indicação do fabricante do veículo. Se os tubos não
corresponderem ao especificado fatalmente haverá formação de
lascas que conduzidas pelo óleo diesel chegam aos
porta-injetores e bicos, danificando o assento da agulha. Muitas
vezes essas lascas são responsáveis por engripamento do bico
ou quebra da agulha, quase sempre inutilizando-os. |
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| Sentido
do fluxo e abertura na tampa (internamente) no filtro duplo (à
esquerda) e no filtro paralelo (à direita). No caso de inversão do
sentido do fluxo, os orifícios na tampa são dispostos simetricamente. |
| Filtro de Box Duplo |
Filtro de Box Duplo com Elementos Substituíveis |
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1
- Saída
2 - Parafuso de sangria
3 - Tampa
4 - Bujão no furo de enchimento
5 - Anel de vedação
6 - Entrada
7 - Tampa
8 - Tubo interno
9 - Carcaça metálica
10 - Elemento filtrante bobinado |
1
- Saída
2 - Parafusos de sangria
3 - Porca de Fixação
4 - Tampa
5 - Bujão no furo de enchimento
6 - Entrada
7 - Elemento tipo tubo feltro (grosso)
8 - Carcaça
9 - Elemento filtrante bobinado (fino) |
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Revisado em: 31 março, 2008
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